| Publicado em: 06/09/2017

Entidades unem forças contra o desmonte da CLT

Atos públicos contra o desmonte da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) são algumas das ações que trabalhadores de diversas categorias farão em defesa de seus direitos. A estratégia foi lançada na terça-feira, 5, junto com a campanha “Movimento de Resistência por um Brasil Melhor”. O evento contou com a presença da vice-presidente do Sindicato, Mônica Veloso.

A luta organizada faz a lei e a resistência é a palavra de ordem, disse Miguel Torres

A campanha, criada pelo FST (Fórum Sindical dos Trabalhadores), também vai dar força para o Dia Nacional de Luta, organizado pelo Movimento Brasil Metalúrgico, o qual acontecerá em 14 de setembro em todo o país. Além disso, o Fórum aposta na formação e encontros de dirigentes sindicais para formar núcleos de trabalho para fortalecer a luta contra quaisquer retiradas de direitos.

A vice-presidente do Sindicato, Monica, que também é vice da CNTM, ressaltou a importância de todos participarem desta luta contra as reformas trabalhista e da Previdência, e a lei que amplia a possibilidade de terceirização para todas as atividades de uma empresa. “Essa luta é de todos nós. Os trabalhadores devem acompanhar e compartilhar as informações sobre os atos contra as retiradas de direitos. Nossa voz deve alcançar o Brasil todo”, enfatizou.

Além das confederações ligadas ao FST, como a CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos), outras entidades, entre elas o Dieese, Diap, OAB, UITA, Anfip, também participam da organização do Movimento. “Nossa prioridade é o enfrentamento da reforma trabalhista”, destacou Clemente Ganz, do Dieese, que ressaltou que os impactos provocados pelas mudanças serão muito grandes e profundos.

O presidente da CNTM, Miguel Torres, disse que a iniciativa do FST de lançar esta resistência é mais um passo importante para garantir unidade na base, com apoio sindical, informação, organização e debate. “Os ataques aos direitos são mundiais e, perante a evidente luta de classes, vamos reiventar o movimento sindical e resistir, buscando também garantir nas Convenções Coletivas o que a nova legislação trabalhista tira dos trabalhadores. A luta organizada faz a lei e a resistência é a palavra de ordem”, diz Miguel Torres.

Acesse aqui, curta e compartilhe a página. Vamos mobilizar mais gente na luta contra o desmonte da CLT e quaisquer retiradas de direitos. [Com informações da CNTM]

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