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| SINDICATO
DOS METALÚRGICOS DE OSASCO E REGIÃO - 15 A 19 DE AGOSTO DE 2006 | ||||
| Presidente:
Jorge Nazareno Jornalista Responsável: Cristiane Alves Mtb. 45.757
Repórter fotográfico: Eduardo Metroviche Mtb. 23.853 Editor de Arte: O' Gheirart | ||||
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| Categoria
luta por aumento | ||||
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| Metalúrgicos participam de seminário da campanha salarial na sede do Sindicato. Cerca de 600 companheiros indicaram ações para fortalecer a mobilização | ||||
Cerca
de 600 trabalhadores participaram do primeiro seminário da campanha salarial,
realizado na sede e nas subsedes no sábado, 12. Os companheiros indicaram
ações que devem fortalecer a luta pelo aumento real. | ||||
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| OPINÃO | ||||
| Demonstramos nossa força | ||||
| Uma
amostra do quanto nossa categoria é unida, organizada e forte. Assim posso
resumir o significado dos seminários realizados no sábado, 12, na
sede e nas subsedes do Sindicato. Cerca de 600 companheiros responderam ao chamado
da diretoria do Sindicato, que durante toda a semana passada fez uma série
de assembléias para convocar os trabalhadores para participar da luta da
campanha salarial 2006. Foram 600 trabalhadores decididos a lutar pelo aumento real que estiveram nos seminários, dispostos a participar e não somente a assistir discussões. Prova disso foram as propostas que apresentaram, grande parte delas envolveram a noção de que a multiplicação das informações obtidas nos seminários é essencial para o sucesso da campanha. Uma tarefa que cabe ao Sindicato e aos trabalhadores, como os próprios companheiros reconheceram. Outra demonstração de comprometimento foram as diversas propostas que apontavam a necessidade de mais e mais metalúrgicos participarem das assembléias e seminários. Tudo isso mostra que começamos muito bem a nossa campanha, conscientes sobre os desafios que enfrentaremos e de mangas arregaçadas para a luta. Agora, é intensificar essa mobilização, chamando os companheiros para os próximos seminários e marcando presença nas ações organizadas pelo Sindicato. A luta já começou. | ||||
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| VIOLÊNCIA DOMÉSTICA | ||||
| Lei
aumenta pena para agressor | ||||
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na segunda-feira, 7, a
lei de combate à violência doméstica que aumenta o tempo máximo
de prisão para o agressor de um para três anos. O período
mínimo foi reduzido de seis para três meses. Devido a lei, também houve alteração no Código Penal para possibilitar a prisão em flagrante ou a decretação da prisão preventiva do agressor. Outro avanço foi o fim da pena pecuniária, em que o agressor poderia ser condenado a pagar pelo dano com cestas básicas ou multas. Também serão criados juizados especiais para cuidar dos casos de violência doméstica. Atualmente, esses processos são julgados por juizados criminais, nos quais também são julgados casos de briga de vizinho e acidentes de trânsito. O juiz poderá determinar medidas preventivas como encaminhamento da vítima a serviços de proteção e a participação do agressor em programas de reeducação. | ||||
| PANORAMA | ||||
| Força
Nacional de Segurança Pública Combate
ao trabalho escravo | ||||
| MEMÓRIA | ||||
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| CAMPANHA SALARIAL: Trabalhadores participam de seminário da campanha salarial 2003, na sede do Sindicato, em novembro. | ||||
| CAMPANHA SALARIAL | ||||
| Trabalhadores
indicam ações para | ||||
A maior concentração de trabalhadores aconteceu na sede, onde cerca de 300 companheiros indicaram ações para fortalecer a mobilização. Isso mostra para os patrões que estamos organizados, afirmou um metalúrgico de Osasco. Esse envolvimento vai nos permitir um desempenho melhor para a batalha que teremos na campanha, disse o presidente do Sindicato, Jorge Nazareno.
O Sindicato organizou os seminários com o objetivo de preparar a luta junto com os trabalhadores, que indicaram ações a serem imple-mentadas pelo Sindicato e pela a categoria para que a campanha seja forte e consiga o melhor índice de aumento real. Uma delas é informar os companheiros nas fábricas sobre os momentos da luta. Isso é fundamental porque incentiva a ida de outros companheiros aos seminários, lembrou um trabalhador de Cotia. Os trabalhadores também solicitaram a realização de assembléias nas empresas. Uma necessidade já conhecida pelo Sindicato, que desde a semana passada aumentou o número de assembléias diárias para intensificar a mobilização. Também sugeriram ampla divulgação de informações sobre a campanha no Visão Trabalhista entre outras ações. Próximos passos - O próximo momento da luta acontece no domingo, 20, num novo seminário somente nas subsedes de Cotia e de Taboão da Serra. Para participar é necessário se inscrever pelos tel. (11) 4616-0016 (subsede de Cotia) e 4137-5151 (subsede de Taboão). As inscrições podem ser feitas até quinta-feira, 17. | ||||
| Dia
20 tem seminário Horário: 9h às 12h Local: subsedes de Cotia e Taboão da Serra Inscrições: (11) 4616-0016 e 4137-5151, até quinta-feira, 17. | ||||
| Sindicato
nas empresas | ||||
Novos
delegados Acordos
de PLR | ||||
| VITÓRIA | ||||
| Sindicato
consegue por fim a | ||||
Desde 2002, o Sindicato e os companheiros da Mul-T-Lock buscavam solução para o problema, já que a empresa contava com o auxílio de uma agência de emprego para contratar pessoas para trabalhar nas atividades fins da empresa. Esse procedimento contraria a Convenção Coletiva de Trabalho dos Metalúrgicos. Depois de muitas assembléias na porta da empresa, conversas com a direção, fiscalizações do Ministério do Trabalho e mesas redondas, a empresa cedeu. O Sindicato não abriu mão dessa luta porque a terceirização da produção precariza o trabalho. O trabalhador não está coberto pela convenção coletiva dos metalúrgicos, explica o diretor do Sindicato, Marcos Rocca. A participação dos companheiros foi fundamental. Os trabalhadores construíram a mobilização junto com o Sindicato e não baixaram a cabeça para a empresa, lembra o diretor. Além de combater uma irregularidade, a vitória na Mul-T-Lock também é um exemplo para a categoria. É preciso que os companheiros denunciem essa forma de terceirização, enfatiza Marcos. | ||||
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| DIREITOS | ||||
| Empresa
não pode exigir diagnóstico em atestado | ||||
| As
empresas não devem exigir que o diagnostico faça parte do atestado
entregue pelo trabalhador após uma consulta médica. O diagnostico
é assunto particular do paciente, segundo o Código de Ética
Medica. Apesar disso, algumas empresas da região de Osasco somente aceitam
o atestado medico se nele constar informação sobre a doença
que afeta a saúde do trabalhador. As empresas exigem que o atestado contenha a CID (Código Internacional de Doenças), mas isso fere o Código. [É vedado ao médico] revelar informações confidenciais obtidas quando do exame médico de trabalhadores inclusive por exigência dos dirigentes de empresas ou instituições, salvo se o silêncio puser em risco a saúde dos empregados ou da comunidade, diz o artigo 105 do documento. Essas informações apenas podem ser reveladas com autorização do paciente. O médico não pode revelá-las nem para o juiz porque está protegido pelo silêncio profissional. Quando a doença oferece risco para a sociedade, o médico deve informá-lo a Vigilância Sanitária, explica o diretor do departamento médico do Sindicato, Paulo Eduardo Moura. O médico também lembra que os pacientes devem ter livre acesso a sua ficha de atendimento. Os trabalhadores devem denunciar ao Sindicato as empresas que exigem o diagnóstico no atestado. | ||||
| Estratégias para capacitação de PCDs | ||||
| Nesta
quinta-feira, 17, representantes de entidades e de empresas interessados em promover
a inclusão de pessoas com deficiência (PCDs) no mercado de trabalho
visitarão a unidade do Senai localizada em Itu (SP). A escola é conhecida em todo o país pelo seu pioneirismo na capacitação profissional de PCDs. A visita foi organizada pelo Espaço da Cidadania em parceria com outras entidades. Somente poderão participar os inscritos até sexta-feira, 11. |