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EDIÇÃO # 35
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Disputas para presidente e governador vão para o 2º turno; região terá 6 deputados

Por Cristiane Alves | 09 out 2018

Os candidatos Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) irão disputar o segundo turno das eleições para Presidência da República. Bolsonaro obteve 46,03% dos votos e Haddad, 29,28%

Também vai ter segundo turno na eleição para o governo do Estado de São Paulo, entre Márcio França (PSB) e João Dória (PSDB).

Para as duas vagas para representar São Paulo no Senado, foram eleitos Major Olimpio (PSL) e Mara Gabrilli (PSDB).

A região de Osasco terá seis representantes, no Legislativo federal e estadual. Para a Câmara dos Deputados, se reelegeu Bruna Furlan (PSDB) que votou a favor da reforma trabalhista, contra os trabalhadores. Gilmaci Santos (PRB) e Analice Fernandes (PSDB) foram reeleitos para a Assembleia Legislativa de São Paulo; também entraram Emidio de Souza (PT), Aprígio (Podemos) e Ataíde Teruel (Podemos).

A Câmara dos Deputados e o Senado que saem das urnas se mantiveram favoráveis aos interesses dos patrões, com crescimento da força do conservadorismo e de pautas reacionárias, que vão contra os direitos humanos e dos trabalhadores. Serão essas duas Casas que vão votar projetos importantes para nós, trabalhadores, como a reforma da Previdência. Mais do que nunca, a nossa capacidade de pressão e organização serão os grandes diferenciais para que não aprofundem os ataques sobre nossos direitos.

Além disso, entre os projetos em disputa para a Presidência da República, fica muito clara, de um lado, a posição da campanha do candidato Bolsonaro de cortar direitos, como o 13º salário; e, de outro, a defesa dos direitos dos trabalhadores e dos direitos humanos defendida pelo programa de Haddad.

É hora de fortalecer a unidade dos trabalhadores para escolher o presidente e o governador que mais estejam alinhados com a necessidade de gerar empregos e com a defesa dos direitos humanos e dos trabalhadores. Ao mesmo tempo, teremos de cobrar dos eleitos por nossa região, para a Câmara e para a Assembleia Legislativa, mais diálogo com os trabalhadores para que tenham atuação compatível com nossos interesses e necessidades.