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Miguel Torres
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Por Miguel Torres - Presidente da CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos)  05 abr 2022

Mesmo depois da deforma trabalhista de 2017, feita pelo governo Temer, e dos outros inúmeros ataques aos direitos da classe trabalhadora, inclusive os lançados pelo nefasto governo bolsonarista, o movimento sindical continua lutando, resistindo e mostrando a sua relevância para o País e a sociedade.

As nossas mais atuantes entidades sindicais têm conseguido repor as perdas inflacionárias, conquistar abonos, entre outros benefícios, e manter as cláusulas das convenções coletivas de trabalho que contêm direitos mais amplos que a legislação trabalhista vigente no País.

Tivemos um importante encontro com Yolanda Díaz, ministra do Trabalho e vice-presidenta da Espanha, em um intercâmbio de informações sobre a revisão da reforma trabalhista espanhola que temos como exemplo para fazermos no ano que vem, sob um novo governo democrático e um novo Congresso progressista uma revisão na deforma trabalhista brasileira.

Antes do 1º de Maio, é preciso destacar a Conclat 2022 (Conferência da Classe Trabalhadora), do dia 7 de abril, com os temas Emprego, Direitos, Democracia e Vida, e a pauta nacional da classe trabalhadora que iremos entregar aos candidatos das eleições deste ano, às lideranças políticas e a instituições democráticas.

Reivindicamos a retomada do desenvolvimento sustentável do País, com investimentos nas diversificadas macro-regiões produtivas, geração de emprego de qualidade para todos e para todas, políticas públicas que garantam a justa distribuição de renda e a inclusão social, campanhas contra a carestia, o alto custo de vida, o aumento dos preços dos alimentos e a fome, e a valorização das aposentadorias, entre outros itens.

Jornal Visão Trabalhista EDIÇÃO #Ed 8

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