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Gilberto Almazan
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Só a unidade vai vencer a precarização

Por Gilberto Almazan - Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região 06 jul 2022

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Com a desculpa de que direitos impedem a abertura de novas vagas, a política de emprego do atual governo tem aumentado a precarização do mercado de trabalho brasileiro. Com este discurso baixo, o que eles querem é que os brasileiros aceitem trabalhar, mas sem direitos. Este é o jogo. Acabar com o bom emprego e criar mais precarizados.

O resultado é que a taxa de desemprego caiu, do trimestre móvel de março a maio de 2022, para 9,8%, mas, ainda assim, a cada 10 pessoas, cerca de quatro estão na informalidade. Os dados são da Pnad Contínua (Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), divulgados em 30 de junho pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Ainda assim, não podemos esquecer que no país ainda existem 10,6 milhões de desempregados, e cerca de 4,3 milhões de pessoas que desistiram de procurar emprego. Não dá para fechar os olhos.

E na mesma esteira do trabalho precário, do desemprego, ainda existe a intenção de vender, de leiloar aquilo que a gente tem, como a Petrobras. Precisamos entender de uma vez por todas que privatização não traz dinheiro, não para a população. Quando o governo coloca uma estatal para venda, diz que ela dá gastos. Mas se desse mesmo, alguém iria querer comprar?

Precisamos nos informar, para entender melhor o jogo deste governo. Apostar na unidade é o principal recurso que temos para barrar ataques aos direitos trabalhistas, aos direitos sociais e à soberania nacional. Vamos juntos somar as nossas forças e lutar por um país mais justo e digno para todos e todas.

Jornal Visão Trabalhista EDIÇÃO #Ed 8

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