ASSESSORIA DE IMPRENSA - RELEASE
 
Osasco, 12 de junho de 2008
 

Sindicatos da Força Sindical dizem não ao trabalho infantil

         Representantes de 15 sindicatos filiados à Força Sindical realizaram uma passeata na manhã desta quinta-feira, 12, em repúdio ao trabalho infantil. A manifestação partiu da Praça da República, às 9h, em direção à Catedral da Sé, onde foi celebrada uma missa para lembrar todas as crianças vítimas dos danos provocados pelo trabalho infantil. A atividade foi organizada pela Secretaria Nacional de Políticas para a Criança e o Adolescente da Força Sindical (Seccriança) para marcar o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil.

            Também estiveram na manifestação crianças e adolescentes que participam da Associação Eremim e do Meu Futuro, ações sociais criadas por sindicatos ligados à Força e que previnem e combatem o trabalho infantil. Além de aposentados e de populares que se juntaram à passeata.

            “Foi um convite que fizemos à população para que refletisse sobre os danos do trabalho infantil, para que não veja com naturalidade crianças vendendo balas nos faróis, trabalhando como empregadas domésticas, entre outras formas de trabalho infantil”, explicou Gleides Sodré, secretária Nacional de Políticas para a Criança e o Adolescente da Força Sindical. “A sociedade tem que se indignar contra o trabalho infantil”, enfatiza.

            De acordo com estimativas globais da Organização Internacional do Trabalho (OIT), 165 milhões de crianças, de 5 a 14 anos de idade, são vítimas do trabalho infantil. No Brasil, a Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (Pnad) mostra que 1,4 milhão de crianças com idade entre 5 e 13 anos trabalhavam, em 2006.

 

Informações:

 

Cristiane Alves

Imprensa – Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região

11-8479-4990/ 3651-7200

 

Gleides Sodré

secretária Nacional de Políticas para a Criança e o Adolescente da Força Sindical

diretora do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região

(11) 8276-9318

 

OBS: FOTO DA PASSEATA EM ANEXO. CRÉDITO: EDUARDO METROVICHE