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Sindicato reforça ato em defesa da Educação e da Previdência Social

Por Auris Sousa | 31 maio 2019

Milhares de estudantes, trabalhadores de diversas categorias lotaram o Largo da Batata contra o desmonte da educação e da Previdência [Foto: Cuca/Une]

O Sindicato engrossou na quinta-feira, 30, a segunda manifestação contra os cortes de verbas da educação e contra a reforma da Previdência. Em São Paulo, ato reuniu quase 200 mil pessoas, que se reuniram no Largo da Batata, em Pinheiros, e em seguiram em passeata sentido à Avenida Paulista.

Empunhando cartazes e faixas, estudantes, professores e trabalhadores de diversas categorias demonstram força para lutar contra o desmonte da Educação e da Previdência Social. “Não vai ter arrego, se tirar da educação, vamos tirar o seu sossego”, foi um dos gritos de guerras dito pelos participantes.

“Fizemos questão de ficar unidos as demais centrais sindicais. Fizemos questão de ficarmos unidos as organizações dos estudantes. A unidade pode derrotar, vai derrotar o governo. As manifestações de 14 de junho serão fundamentais para que o nosso país tome rumo, rumo no investimento para educação, rumo para o fim do desemprego, rumo ao crescimento econômico”, destacou o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna.

Metalúrgicos de Osasco e região estiveram presente do ato no Largo da Batata

Unidade que também foi destacada pelo presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo: “A unidade nas ações de trabalhadores, estudantes e daqueles que defendem uma educação pública e de qualidade demonstra a importância da nossa luta. As nossas reivindicações por direito e contra cortes orçamentários são mais do que didáticas e provam mais uma vez ao presidente Bolsonaro que aqui não há idiotas úteis e nem massa de manobra. Aqui tem luta e sabedoria popular para barrar todos os retrocessos impostos por este governo de extrema direita e contrário ao povo”.

Por todo o país – Até por volta das 19h, a UNE (União Nacional dos Estudantes) contabilizou que ao menos 183 cidades de 22 estados, mais o Distrito Federal, haviam feito manifestações. No Rio de Janeiro, assim como em São Paulo, os manifestantes fizeram passeata. Seguiram da Igreja da Candelária rumo à Cinelândia, caminhando pela avenida Rio Branco. Milhares de pessoas participaram.

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