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VT marca luta contra desrespeito ao trabalhador e sociedade

Por Felipe | 26 fev 2019

O “Visão Trabalhista” registra a história da luta do Sindicato pelo trabalho decente, apresentando à categoria o dia a dia nas portas de fábrica, as manifestações nas ruas e a atuação da diretoria nos fóruns de discussão sobre o assunto.

Jornal VT

O trabalho infantil sempre esteve na mira do VT. Em 1978 o jornal denunciou a toda categoria a exploração de uma menina de 14 anos que trabalhava na Arbame Mallory, de Embu. Em março de 1998, a Marcha Global contra o trabalho infantil foi publicada no periódico. A passeata reuniu dezenas de pessoas que partiram de Osasco até a Praça da Sé. 

 

Em maio de 2004, a luta do Sindicato contra o trabalho infantil foi reconhecida com o selo Empresa Amiga da Criança, da Fundação Abrinq, que é impresso no VT até os dias de hoje. O combate ao trabalho infantil, o desenvolvimento de programas sociais de educação, saúde, direitos civis e investimentos da infância e adolescência foram condições para que a entidade ganhasse o selo. 

Visão Trabalhista de 01 a 05 de junho de 2004.

Ao longo dos anos, o Sindicato não poupou esforços contra o trabalho infantil, tanto que em junho de 2010, a participação do Sindicato na passeata em repúdio ao trabalho infantil também foi lembrada no jornal. Ao menos 200 trabalhadores fizeram parte do ato que teve a intenção de alertar a população sobre os danos provocados pelo trabalho infantil.

A luta contra o trabalho escravo também marca a história do VT. O tema esteve presente na terceira página do jornal em novembro de 1993. Nela, o destaque foi a empresa Mamoré, que teve a sua Fazenda Cacique interditada pela fiscalização da Subdelegacia do Ministério do Trabalho em Osasco por explorar 40 trabalhadores em regime de semiescravidão. Os companheiros realizavam trabalhos de plantio e corte de madeira que era transformada em carvão para uso nos fornos da empresa. Na ocasião, a empresa foi multada. 

Martelada na Mamoré.