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1º de Maio: Dia do trabalhador é marcado por carreata e ato virtual

Por Auris Sousa | 03 maio 2021

Neste 1º de maio, Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, o Sindicato somou forças com entidades de diversas categorias em carreata pela vacinação em massa, contra a covid-19, emprego já, democracia e o retorno do auxílio emergencial de R$ 600. Na internet, um ato organizado pelas centrais sindicais também marcou a data e reforçou a unidade da classe trabalhadora em defesa da vida e dos direitos.

A Carreata, que também contou com a organização das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, partiu do Sesc, da Av Sport Club Corinthians, às 10h e percorreu ruas de Osasco, Carapicuíba e Barueri, com parada final em frente Ginásio José Correia em Barueri.

“Nós queremos vacina e queremos comida na mesa. Para isso, nós precisamos unir forças porque se a gente se dividir o raio pode cair no mesmo lugar duas vezes. Só unidos poderemos mudar tudo que está aí”, destacou o secretário-geral do Sindicato, João Batista, durante pronunciamento no final da carreata.

Representando o Sindicato, participaram: Alex da Força, Alex Sandro (Grafite), Antonio Souza (Padre), Carlos Eduardo (Garrafa), Creusa de Oliveira, Dalmo, Edson Cogo, Edvaldo (KD), Everaldo dos Santos, Isaias, João Batista, José Ricardo, José Roberto, Marcel Simões, Marcelo Mendes, Rafael Alves, Valdemir (Manguinha) e Wellington.

Live

Mais tarde, às 14h, um ato virtual das centrais sindicais reforçou a cobrança Pela Vida, Democracia, Emprego, Vacina para todos e pelo Auxílio Emergencial de R$ 600, enquanto durar a pandemia. Além dos presidentes das centrais sindicais, participam do evento os ex-presidentes Lula e Dilma, lideranças políticas e artistas como Chico Buarque, Chico César, Teresa Crisitina, Elza Soares e Gregório Duvivier, entre outros.

“Nós já provamos que existe outro jeito de governar, que é possível garantir a cada trabalhador e a cada trabalhadora um salário digno, a segurança da carteira assinada, do 13º e as férias remuneradas, para descansar, ou viajar com a família. É preciso acreditar que o Brasil pode voltar a ser um país de todos”, afirmou Lula.

Para o presidente da Força Sindical, “apesar da pandemia, conseguimos levar nossa mensagem de luta e esperança aos trabalhadores. Ressaltamos nossa luta por auxílio emergencial de 600 reais, mais empregos e renda”, afirmou o presidente da Força Sindical, Miguel Torres. 

Assista à live aqui

Esquenta

Um dia antes, na sexta-feira, 30, sindicatos (metalúrgicos de Osasco e Região, metalúrgicos de Embu Guaçu, químicos de São Paulo), lideranças políticas (PT, PSOL, PDT) e movimentos sociais (movimento de moradia MST e bem viver) se reuniram no Largo do Taboão, e deram início as atividades num verdadeiro esquenta para as ações do 1º de Maio.

Dando força para as reivindicações do auxílio emergencial de R$ 600 até o fim da pandemia já,  testagem e rastreamento dos contaminados pelo covid-19 já, vacina para todos já e fora Bolsonaro já, o ato adotou os protocolos sanitários e chamou atenção da população para a importância da unidade para avançarmos nestas pautas.

“Com essa ação, o Sindicato, junto de outras forças, mostra que é possível e necessário fazermos manifestações de rua respeitando todos os protocolos sanitários (uso de máscara, álcool em gel, distanciamento), que esse tem de ser o caminho. Combinando ações virtuais com ações de rua, as entidades que representam os trabalhadores precisam se apresentar a frente dessa batalha ao lado e junto aos trabalhadores”, reforça o diretor do Sindicato Marcelo Mendes, que junto do diretor Marcel Simões representou o Sindicato no esquenta.

Para o diretor Marcel, “no esquenta, a gente conseguiu passar a mensagem de que o 1º de Maio é dia luta, de reflexão sobre as nossas conquistas e os ataques aos nossos direitos. Só com união, com mobilização podemos evitar mais ataques aos nossos direitos, poderemos defender e lutar por mais conquistas”.

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