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Metalúrgicos participam do Dia de Luta em Defesa da Vida

Por Auris Sousa | 24 mar 2021

Um dia depois de o Brasil registrar 3.251 mortes causadas pela covid-19, em 24 horas, os metalúrgicos de Osasco e Região somaram força no Dia Nacional em Defesa da Vida. Convocada pelas centrais sindicais, a ação teve o objetivo de chamar a atenção da população para o isolamento social, a distribuição da vacina em massa e o retorno do auxílio emergencial de R$ 600.

Conscientização na Cinpal

Nas fábricas da região, logo cedo a diretoria fez uma força tarefa para levar informação e conscientização para os trabalhadores. Para isso, além da distribuição do jornal Visão Trabalhista, que reúne conteúdo sobre a importância de reforçar a adoção de medidas para conter o avanço da pandemia, os diretores dialogaram com os metalúrgicos sobre o momento atual.

Conscientização na Spaal

“Conversamos com os trabalhadores e com as trabalhadoras sobre a importância do auxílio emergencial de R$ 600, da importância da vacina já e do isolamento social neste momento extremamente delicado”, explicou o diretor Marcelo Mendes.

Diálogo na Onix

Destacando que “precisamos de vacina já” o diretor Celso (Gaúcho), pediu o reforço da mobilização entre os sindicatos e as centrais sindicais em prol da classe operária”.

Além das portas das fábricas, por meio do carro de som, o Sindicato também chamou atenção dos moradores das principais ruas de Osasco para a necessidade de exigir mais ações contra a covid-19.

Diálogo fortalecido na Schunk

Nesta quarta, o Brasil chegou a triste marca de 300 mil vidas perdidas. O número foi atingido mesmo com mudança no sistema de notificação do Ministério da Saúde que causou atrasos nos registros de mortes de hoje.

Paralisação da Produção

O Sindicato defende a aplicação de medidas urgentes para conter o avanço do vírus na região, com a paralisação da produção nas fábricas. Para isso, enviou na terça-feira, 23, um ofício para metalúrgicas de Osasco e Região para negociar a suspensão da produção, seja por licença remunerada, antecipação de feriado ou férias coletivas.

“Há municípios na região que pessoas morreram na fila de espera por um leito de UTI. Os números de internações também têm aumentado. Entendemos que, sem a vacinação em massa, o isolamento social é o principal instrumento de combate a expansão do vírus e uma forma de evitarmos um colapso do nosso sistema de saúde”, avalia Gilberto Almazan, presidente do Sindicato.

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Jornal Visão Trabalhista EDIÇÃO #13

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