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Gilberto Almazan
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Quantas mortes ainda teremos que contar?

Por Gilberto Almazan - Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região 22 jun 2021

Mais de 500 mil vidas perdidas em decorrência da covid-19. Até quando vamos ver este número crescer? São muito mais que 500 mil mortes. A quantidade, na verdade, é impossível de medir. São mais de 500 mil vidas humanas: pais, mães, filhos, filhas, maridos, mulheres, avós, avós, irmãos e irmãs. São corpos que não podemos velar.

Enquanto vários países já sentem o efeito da vacinação contra a Covid-19, no Brasil o luto se estende. A pandemia se alastrou por todo o país, mas atinge de forma mais grave os pobres, os trabalhadores. Seja pela proximidade da morte, seja pelo desemprego ou pela fome.

As mais de 500 mil mortes pesam sobre o governo Bolsonaro, que teve tempo para organizar e planejar, pelo menos com três meses de antecedência, após o primeiro caso no mundo, e nada fez. Teve ofertas de vacinas, mas as recusou.

Temos, sem medo de errar, milhares de pessoas com sequelas graves por causa da doença. Pessoas que precisam de acompanhamento médico, que precisam ser tratadas. Mas quem você escuta falar sobre isso?

Pensando na sua vida, nos seus direitos, o 42º Ciclo de Debates vai tratar em 1º de julho destas questões. Vamos receber especialistas renomados para orientar, direcionar e fortalecer a nossa luta em defesa da nossa saúde e direitos.

Não podemos deixar de nos indignar por cada vida perdida, por cada desempregado, pela fome. Precisamos nos unir ainda mais e cobrar a aceleração da vacina para todos, cobrar a retomada da economia com geração de empregos. Quantas mortes ou quais mortes ainda teremos que contar para que todos entendam que este é um problema de TODOS?

Jornal Visão Trabalhista EDIÇÃO #

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